Maxwell Alexandre
A lua quer ser preta, se pinta no eclipse, 2017-2018
látex, graxa, henê, betume, corante, acrílica, vinílica, grafite, caneta esferográfica, carvão e bastão oleoso sobre papel pardo
[latex, grease, henna, bitumen, dye, acrylic, vinyl, graphite, ballpoint pen, coal and oil stick on brown kraft paper]
[latex, grease, henna, bitumen, dye, acrylic, vinyl, graphite, ballpoint pen, coal and oil stick on brown kraft paper]
320 x 476 cm [126 x 187 3/8 in]
A série “Pardo É Papel” tem como motivo principal a autoestima do negro. Trata-se de liberdade, marra, ostentação, vitória, bonança e empoderamento. O primeiro momento da série se dá através...
A série “Pardo É Papel” tem como motivo principal a autoestima do negro. Trata-se de liberdade, marra, ostentação, vitória, bonança e empoderamento. O primeiro momento da série se dá através de pinturas monumentais que tem como suporte fundamental o papel pardo.
The main motif around the series “Pardo Is Paper” is the self-esteem of black people. It is about freedom, striking, ostentation, victory, bonanza and empowerment. The first moment of the series takes place through monumental paintings that have brown paper as a fundamental support.
The main motif around the series “Pardo Is Paper” is the self-esteem of black people. It is about freedom, striking, ostentation, victory, bonanza and empowerment. The first moment of the series takes place through monumental paintings that have brown paper as a fundamental support.
In the gallery
Pardo é Papel I Museu de Arte do Rio (MAR) I Rio de Janeiro, Brasil I NOV 2019 - MAI 2020